As cidades inteligentes, também conhecidas como Smart Cities, são aquelas que utilizam a tecnologia com o objetivo de promover o bem estar dos moradores, o crescimento econômico e em contrapartida melhorar a sustentabilidade.

 

Além do desenvolvimento tecnológico, as Smart Cities atuam em vários setores como planejamento urbano, habitação social, energia, mobilidade urbana, coleta de lixo, controle da poluição do ar, entre outros.

 

De acordo com dados do estudo The World Population Prospects: The 2017 Revision, estima-se que a população mundial chegará a 8,6 bilhões no ano de 2030. Esse crescimento populacional requer que as autoridades repensem a estrutura das cidades para oferecer qualidade de vida e evitar possíveis problemas sociais e econômicos.

 

Segundo o Cities in Motion Index, do IESE Business School na Espanha, 9 variáveis podem indicar o nível de inteligência de uma cidade:

 

– Planejamento urbano

– Capital humano

– Coesão social

– Economia

– Tecnologia

– Mobilidade e transporte

– Meio ambiente

– Governança

– Alcance internacional

 

A importância da iluminação pública nas cidades inteligentes:

 

Um sistema de Iluminação Pública eficiente proporciona uma série de benefícios à população. À medida que ele amplia a sensação de segurança na cidade, proporcionando mais conforto para todos, melhora o trânsito à noite, reduz gastos e assim por diante. Através da substituição das lâmpadas de vapor de sódio pelos modelos de LED, a iluminação pública tornou-se a porta de entrada para sistemas inteligentes nas cidades. Isso porque, é possível utilizar sua infraestrutura para conectar diferentes serviços na localidade.

 

Além das lâmpadas LED reduzirem a emissão de poluentes, serem mais econômicas e eficientes, elas permitem a implementação de projetos de internet das coisas (IoT) para a criação de cidades inteligentes.

 

Essas lâmpadas, espalhadas pelas cidades, podem ser utilizadas na criação de uma rede que transporta dados e agrega serviços. Para que esse sistema funcione, as lâmpadas são equipadas com dispositivos inteligentes e sensores que se comunicam com softwares que recebem e interpretam as informações enviadas por eles. Esses sensores também podem captar dados sobre o desempenho das lâmpadas e o que acontece no ambiente em que elas se encontram.

 

Como as cidades inteligentes são criadas?

 

Cidades inteligentes podem ser criadas de duas formas: a primeira é investir em cidades planejadas e inserir previamente em seu planejamento, tecnologias e ações sustentáveis.

 

A segunda é reavaliar os processos já existentes e identificar possíveis melhorias que podem ser realizadas de acordo com as necessidades da população e do ambiente.

 

Exemplos de cidades inteligentes ao redor do mundo são: Songdo (Coreia do Sul), Barcelona (Espanha) e Copenhague (Dinamarca).

 

Ranking Smart Cities Brasileiras do IESE Business School

 

De acordo com o ranking do IESE Business School, as Smart Cities brasileiras podem ser classificadas nas seguintes posições:

 

116ª São Paulo

126ª Rio de Janeiro

135ª Curitiba 

138ª Brasília 

147ª Salvador

151ª Belo Horizonte  

 

São Paulo possui certo destaque devido à realização de investimentos em mobilidade urbana, com a criação de mais ciclofaixas e corredores de ônibus.

 

Já a cidade de Curitiba, inovou com a criação do Ecoelétrico, que consiste em uma frota de carros elétricos que prestam serviços públicos. Desde a sua implantação no ano de 2014, a cidade reduziu a emissão de 12.264 quilogramas de gás carbônico na atmosfera.

 

E Salvador, por sua vez, investe em tecnologia para melhorar a mobilidade urbana e a produção de energia. Além da criação de um aplicativo para os passageiros de ônibus, o governo investe na inteligência da coisas (IoT) para o monitoramento da iluminação pública. Consequentemente, existe uma redução no consumo de energia e maior rapidez na manutenção de equipamentos.

 

 

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